É denso este jogo de palavras à volta da importância da palavra: daquela que às vezes nos escapa para dar luz àquilo que a não tem; que dá vida a um texto onde ela não existe. Uma simples e humilde palavra pode por vezes fazer toda a diferença...
Beijinhos,e obrigado pelo simpático comentário deixado no meu último post.
Ficou ótimo! Poema e mídia perfeitamente integrados, no ritmo exato. Cada verso que se apaga deixa um eco sobre o outro, em meia à escuridão. Excelente!
Confesso que gosto mais de ver a poesia pelo processo tradicional, porque qualquer releitura de uma determinada parte do poema é fácil e pode ser feita a qualquer momento... Beijos, querida amiga Ju.
Oi, Ju! Lindo poema, porém tenho a mesma opinião do Barcelli: neste processo, se perdemos algo importante temos de esperar para voltar. Gosto, particularmente de ver o conjunto da obra. Minha memória para ler um poema é mais visual; ou auditiva. E cada um de nós tem seu compasso. Perde-se um pouco. Mesmo assim voltei novamente... Gostaria de ver este poema na forma tradicional! Achei belo. Mas valeu pra mim como experiência.
Beijão amiga, bom te ver produzindo, postando... Tais Luso
Peço ao amigo(a) que reflita sobre esses posts, publicados no blogue da Sueli Gallacci, e ajude no que for possível. Aqui e aqui. Agradeço o carinho da sua atenção. Bjs e inté!
Os textos deste blogue estão protegidos pela lei de Direitos Autorais, e sua reprodução é permitida (para fins não comerciais) desde que mencionada a autoria.
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Atenção:
Este blogue é atualizado uma vez por semana, geralmente aos domingos.
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QUEM SOU EU?...
Os textos aqui publicados foram escritos em diferentes momentos desta minha vida quase normal. Fundo de Mim é mais um blogue (Adoro blogues!) que dedico a minha filha e à minha neta.
Obrigada pela sua visita!
Mais me conheço, mais me estranho... De certo só a certeza: ninguém conhece ninguém. Conhecer-me?... Que pretensão,... a minha!
E aqui, o carinhoso presente de aniversário, escrito pelo amigo e poeta que muito admiro,André L. Soares.
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PARENTESCO (Para Ju Rigoni)
(André L. Soares – 02.05.2010 – Guarapari/ES)
Corri os olhos no papel
e me ofuscaram as tuas letras,...
essas palavras sempre certas,
esse caráter que não verga,
de mulher que se reinventa:
ser, matéria e obra-prima.
Após plantar tanta poesia,
novos delírios são tua lavra,
pois se a arte é essa semente
que dá frutos na cabeça,
o teu lirismo é verso e prosa
em seio fértil, onde germina.
E ainda que as manhas do destino
deixem-te à margem da fortuna,...
as tuas jóias – uma a uma –,...
gentilmente outorgadas aos amigos,
fazem de ti a mão que afaga,...
conterrânea e consanguínea.
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Eu e meus eus sob o olhar do artista plástico angolano Vino Moraisdo blogue Vino Artes.
Obrigada, Vino!
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Amigos, a poeta, escritora e crítica literária, Eliane F.C. Lima, dedicou-me um Momento Ímpar, que pode ser lido aqui, no seu Conto-Gotas.
De novo, obrigada Eliane!
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Aqui, minha querida amiga Graça Pereira, abriu espaço para publicar o poema que inscrevi no concurso do excelente Zambeziana.
Adorei!
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No Me And You, vivi a emoção de ouvir meu O Entra e Sai na bela voz da querida Beth. Não deixem de visitar o blogue e conhecer o belíssimo trabalho que ali realiza. Bom demais saber que um de meus poemas está lá, num espaço que valoriza e abre, no infinito da blogosfera, uma nova perspectiva à poesia.
Clique na imagem para visitar Metáforas, blogue da Mell, minha filha.
Litoral de Maricá, R.J., Brasil Fotos Mell
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Bem lá, no fundo...
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Você conhece o autor?
Não consegui identificar a autoria de algumas fotos publicadas neste blogue. Caso você conheça os autores, favor informar por e-mail (jurr@bol.com.br) ou comentário para que eu possa inserir o devido crédito. Obrigada!
10 comentários:
Nossa, Ju, tuas palavras cintilaram mesmo nessa escuridão minha, íntima, mas prenhe de luzes. Lin-doooooooo!
beijos,
Oi Ju
Adorei a novidade da postagem. O texto é lindo
Bjux
O homem até tenta encontrar a palavra definitiva,mas são tantas as possibilidade quantos são os sentimentos e nem assim! Um abraço fraterno
Olá, Ju!
É denso este jogo de palavras à volta da importância da palavra: daquela que às vezes nos escapa para dar luz àquilo que a não tem; que dá vida a um texto onde ela não existe.
Uma simples e humilde palavra pode por vezes fazer toda a diferença...
Beijinhos,e obrigado pelo simpático comentário deixado no meu último post.
Vitor
Ficou ótimo! Poema e mídia perfeitamente integrados, no ritmo exato. Cada verso que se apaga deixa um eco sobre o outro, em meia à escuridão. Excelente!
Beijo.
O que escreve significa tanto para mim...
Deveras impalpável... e lindo!
Beijos =)
Confesso que gosto mais de ver a poesia pelo processo tradicional, porque qualquer releitura de uma determinada parte do poema é fácil e pode ser feita a qualquer momento...
Beijos, querida amiga Ju.
Minha querida, só vc para fazer algo tão sublime como isto. :)
Lindo! Lindo! Lindo!
Sem palavras para comentar-te, pois todas parecem sumir nessa hora, diante da beleza do seu poetar!
Grande beijo. :)
Oi, Ju! Lindo poema, porém tenho a mesma opinião do Barcelli: neste processo, se perdemos algo importante temos de esperar para voltar.
Gosto, particularmente de ver o conjunto da obra. Minha memória para ler um poema é mais visual; ou auditiva. E cada um de nós tem seu compasso. Perde-se um pouco. Mesmo assim voltei novamente... Gostaria de ver este poema na forma tradicional! Achei belo. Mas valeu pra mim como experiência.
Beijão amiga, bom te ver produzindo, postando...
Tais Luso
À Tania, Wanderley, Guaraciaba, Vítor, Marcantonio, Nadine, Nilson, Patrícia, Taís...
meu muito obrigada pela visita e comentário.
Um beijo. E inté!
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